sábado, 20 de março de 2010

Constituintes básicos de uma célula

Exceptuando a água, a massa de um organismo resulta principalmente de quatro categorias de biomoléculas orgânicas: glícidos, lípidos, proteínas e ácidos nucleicos.

ÁGUA
É o composto mais importante nas células, podendo atingir entre 75% a 90% da massa total delas.

Compostos orgânicos:

Glícidos-
Compostos orgânicos ternários – Carbono, Hidrogénio e Oxigénio

Monossacáridos – 3 a 6 átomos de carbono (glicose, frutose e galactose)
Oligossacáridos – 2 a 10 oses (ligação glicosidica – sacarose, maltose e lactose)
Polissacáridos – Elevado número de oses (amido, glicogénio e celulose)

Lípidos -
Biomoléculas orgânicas terciárias – Carbono, Hidrogénio e Oxigénio

Triglicerídeos – constituem um dos principais grupos de lípidos com funções de reserva. Como componentes básicos, na sua constituição intervêm ácidos gordos e um álcool, o glicerol.

Fosfolípidos - compostos celulares com função estrutural particularmente importante ao nível das menbranas biológicas.

Prótidos -

Ácidos nucleicos -

Maiores moléculas encontradas nos seres vivos. Macromoléculas formadas pela polimerização das unidades básica - nucleótidos

DNA ou ADN: – Ácido desoxirribonucleico, - Cadeia dupla

Bases azotadas podem estabelecer relações entre si.

RNA ou ARN: – Ácido ribonucleico, - Cadeia simples


quarta-feira, 17 de março de 2010

Célula

Célula – unidade fundamental da vida. É um sistema global que inclui toda a vida na terra, os respectivos ambientes e todas as relações estabelecidas entre si.

Teoria Celular:

- Todos os seres vivos, animais e vegetais, são formados por células.

- A célula é a unidade de reprodução, de desenvolvimento e de hereditariedade de todos os seres vivos.

- Todas as células provêm de células preexistentes.

Em todas as células é possível diferenciar:

- Membrana plasmática

- Citoplasma

- Material genético

Existem dois tipos fundamentais de células, de acordo com o grau de organização estrutural – as células procarióticas e eucarióticas.

Células procarióticas – Não possuem núcleo definido.

Células eucarióticas – Possuem núcleo definido.

Células vegetais: apresentam parede celular, possuem vacúolos que podem atingir grandes dimensões, possuem plastos (ex: cloroplastos).

Células animais: não possuem parede celular, os vacúolos, se existirem, são de pequenas dimensões, não possuem plastos.



Causas que contribuem para a extinção de espécies:

- Destruição ou alteração do habitat

- Introdução de novas espécies em áreas geográficas onde não existiam

- Ruptura das cadeias alimentares

- Sobre-exploração de espécies, por colheita, caça ou pesca

- Alterações climáticas

- Interrupção de relações de mutualismo

- Desflorestação

- Poluição

Como preservar a biodiversidade:

- Criar zonas protegidas

- Educar e informar a população humana, especialmente jovens sobre a necessidade de proteger os habitats e espécies

- Definir as utilizações dos habitats que possam dar maior beneficio ao Homem sem os destruir

- Recuperação das áreas degradadas

Biologia


A biosfera constitui um sistema global que inclui toda a vida na Terra, o ambiente onde essa vida se desenrola e as relações que estabelecem entre si.


A unidade fundamental da vida é a célula.


Pode-se esquematizar a hierarquia na biosfera do seguinte modo:


Átomo – Molécula – Célula – Tecido – Órgão – Sistema de órgãos – Organismo – População – Comunidade – Ecossistema – Biosfera


Os níveis de organização são:


Espécie – Seres vivos idênticos capazes de gerar descendentes férteis.


Populações – seres vivos pertencentes a mesma espécie e que habitam numa determinada área.


Comunidades – indivíduos de espécies diferente que habitam na mesma área e estabelecem relações entre si.


Ecossistema – conjunto da comunidade, do ambiente e das relações que se estabelecem entre si.


Os seres vivos estabelecem relações alimentares. As cadeias alimentares inter-relacionam-se, originando as teias alimentares.


Nas teias e cadeias alimentares existem:


Produtores – são autotróficos, seres vivos capazes de elaborar matéria orgânica a partir de matéria inorgânica ou mineral, utilizando para isso, uma fonte de energia externa (ex: plantas, algas, etc.)


Consumidores – são heterotróficos, seres vivos incapazes de produzir compostos orgânicos a partir de composto inorgânicos e, por isso, alimentam-se directa ou indirectamente da matéria elaborada pelos produtores (ex: zooplâncton, herbívoros e carnívoros)


Decompositores – São seres vivos que decompõem a matéria orgânica em inorgânica para obter energia (ex: bactérias, fungos)


segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Sismos e Tectónica de Placas

Cerca de 95% da energia libertada pelos sismos verifica-se ao longo de um número relativamente limitado de zonas do Globo, que são zonas tectonicamente instáveis.
-> Cintura Circumpacífica
-> Cintura Mediterrânico-asiática
-> Zona das cristas das dorsais médio-oceânicas

O enquadramento tectónico permite classificar os sismos em:
- Sismos Interplaca (correspondem à maioria dos sismos que ocorrem e são devido a falhas originadas nas zonas de fronteira entre placas litósfericas)
- Sismos Intraplaca (ocorrem no interior de placas tectónicas, devido a falhas activas).

Intensidade sísmica e magnitude

A Intensidade é um parâmetro que tem em conta os efeitos produzidos pelo sismo em pessoas, objectos e estruturas. Uma das escalas mais utilizadas para avaliar a intensidade sísmica é a Escala Internacional ou “Escala de Mercalli Modificada” (MMI) (1956), esta escala consta de doze graus (I a XII) baseados em percepções e acontecimentos qualitativos.

A determinação da intensidade de um sismo, nos vários locais à superfície da Terra onde ele foi sentido e a localização do seu epicentro permite traçar uma Carta de Isossistas (linhas que unem pontos de igual intensidade sísmica), permitindo uma melhor visualização da área afectada pelo sismo.

Tipos de ondas sísmicas



Ondas de profundidade ou volume, têm origem no foco e propagam-se no interior da Terra em qualquer direcção.

Ondas P ou ondas primárias – ondas de compressão, longitudinais ou volumétricas; a vibração das partículas é paralela à direcção de propagação; a propagação produz-se por uma série de impulsos alternados de distensão e compressão através das rochas, havendo variações do volume do material; propagam-se em meios sólidos, líquidos e gasosos.

- Ondas S ou ondas secundárias – ondas transversais; as partículas vibram num plano perpendicular à direcção de propagação; provocam mudança da forma do material mas não do volume; propagam-se apenas nos meios sólidos.

As ondas de volume podem eventualmente atingir a superfície gerando ondas superficiais.
Ondas superficiais ou longas


- Ondas L ou ondas de Love – ondas superficiais; propagam-se ao longo da superfície e resultam de interferências de ondas do tipo P e S; são responsáveis pela maioria das destruições; as partículas vibram horizontalmente em ângulo com a direcção de propagação.

- Ondas R ou ondas de Rayleigh – induzem um movimento elíptico das partículas, num plano perpendicular à direcção de propagação, provocando no solo ondulações semelhantes às ondas marinhas.

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As ondas sísmicas comportam-se de modo diferenciado, consoante as condições de regidez e densidade dos materiais que atravessam. As ondas S são incapazes de se propagar em meios fluidos, as ondas P, apesar de atravessarem em meios líquidos, sofrem desaceleração ao fazê-lo.


Então os 103° e os 143° ocorre sombra sísmica para as ondas S e P directas, enquanto que as S directas deixam de se registar em amplitudes superiores a 103°.


As zonas de sombra resultam da impossibilidade de propagação das ondas S no núcleo externo (líquido) e da refracção das ondas L no mesmo.